Os recursos que o governo quer recuperar na Justiça foram investidos em fundos de alto risco ligados ao Master. As principais frentes da ofensiva judicial incluem: Fundo Revolution: O Estado tenta resgatar R$ 481,4 milhões aplicados e busca impedir que a Master Corretora bloqueie a operação.
A PGE também pede o arresto de bens da gestora Acura e de seus diretores. No caso do Fundo Texas, houve aportes de R$ 150 milhões, mas o patrimônio despencou mais de 90% em um ano. A Procuradoria exige o bloqueio de bens das empresas Axor e Trustee DTVM, além de uma auditoria independente.
Na terceira ação judicial, o processo corre sob segredo de Justiça e visa a exibição de documentos complementares sobre as operações. Para garantir o ressarcimento aos cofres públicos, a PGE-RJ solicitou judicialmente o bloqueio de contas bancárias, imóveis, veículos, aeronaves e até criptomoedas dos envolvidos. Os investimentos do Rioprevidência estão sob investigação pela Polícia Federal, que apura aportes em cerca de R$ 3,7 bilhões feitos no conglomerado durante a gestão do ex-governador Cláudio Castro.

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