22 de maio de 2015

29 de maio é dia de parar o Brasil rumo à greve geral

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Nesta segunda-feira (18), as centrais sindicais se reuniram novamente para tratar dos preparativos do dia 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação. Participaram a CSP-Conlutas, CTB, CUT, Nova Central, UGT, Intersindical – CCT e a outra Intersindical que decidiu aderir à data.  A Força Sindical optou por não aderir ao dia, mas liberou seus sindicatos a participar.

As centrais sindicais acertaram os eixos da paralisação que são: contra o PL da Terceirização, as Medidas Provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia.

É preciso preparar desde já paralisação nacional nos estados


A CSP- Conlutas orienta as suas entidades e movimentos filiados a preparar desde já esse dia de luta. É importante organizar plenárias, assembleias com as bases para conseguirmos máxima adesão dos trabalhadores.

A CSP-Conlutas Pará está chamando  uma plenária para esta segunda-feira (18) com esse objetivo. É preciso seguir esse exemplo e fortalecer a construção desde já do Dia Nacional de Paralisação.

Outras iniciativas também apontam um dia 29 com diversas categorias paradas. Os professores das universidades federais anunciaram de greve em 28 de maio, um dia antes da paralisação nacional. Além de outros setores, como professores estaduais e municipais, e outros setores do funcionalismo público que já estão em greve e prometem adesão à data. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

“A CSP-Conlutas conclama todos os seus sindicatos e organizações a na sua região organizar a paralisação em base as bandeiras comuns, enaltecendo a nossa alternativa classista voltada aos trabalhadores. Vamos parar o Brasil”, convoca o membro da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, que participou da reunião entre as centrais.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/05/29-de-maio-e-dia-de-parar-o-brasil-rumo-a-greve-geral/#sthash.5zl7nu24.dpufCentrais Sindicais reforçam 29 de maio como Dia Nacional de Paralisação Rumo à Greve GeralCom o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadoreCentrais Sindicais reforçam 29 de maio como Dia Nacional de Paralisação Rumo à Greve Geral

Com o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.

A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadores.
Centrais Sindicais reforçam 29 de maio como Dia Nacional de Paralisação Rumo à Greve Geral

Com o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.

A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadores.


VAMOS PARAR O BRASIL! 
http://cspconlutas.org.br/wp-content/uploads/2015/05/tabloide_csp_29M_ok.pdf 


Nesta segunda-feira (18), as centrais sindicais se reuniram novamente para tratar dos preparativos do dia 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação. Participaram a CSP-Conlutas, CTB, CUT, Nova Central, UGT, Intersindical – CCT e a outra Intersindical que decidiu aderir à data.  A Força Sindical optou por não aderir ao dia, mas liberou seus sindicatos a participar.

As centrais sindicais acertaram os eixos da paralisação que são: contra o PL da Terceirização, as Medidas Provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia.

É preciso preparar desde já paralisação nacional nos estados


A CSP- Conlutas orienta as suas entidades e movimentos filiados a preparar desde já esse dia de luta. É importante organizar plenárias, assembleias com as bases para conseguirmos máxima adesão dos trabalhadores.

A CSP-Conlutas Pará está chamando  uma plenária para esta segunda-feira (18) com esse objetivo. É preciso seguir esse exemplo e fortalecer a construção desde já do Dia Nacional de Paralisação.

Outras iniciativas também apontam um dia 29 com diversas categorias paradas. Os professores das universidades federais anunciaram de greve em 28 de maio, um dia antes da paralisação nacional. Além de outros setores, como professores estaduais e municipais, e outros setores do funcionalismo público que já estão em greve e prometem adesão à data. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

“A CSP-Conlutas conclama todos os seus sindicatos e organizações a na sua região organizar a paralisação em base as bandeiras comuns, enaltecendo a nossa alternativa classista voltada aos trabalhadores. Vamos parar o Brasil”, convoca o membro da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, que participou da reunião entre as centrais.
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Nesta segunda-feira (18), as centrais sindicais se reuniram novamente para tratar dos preparativos do dia 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação. Participaram a CSP-Conlutas, CTB, CUT, Nova Central, UGT, Intersindical – CCT e a outra Intersindical que decidiu aderir à data.  A Força Sindical optou por não aderir ao dia, mas liberou seus sindicatos a participar.

As centrais sindicais acertaram os eixos da paralisação que são: contra o PL da Terceirização, as Medidas Provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia.

É preciso preparar desde já paralisação nacional nos estados


A CSP- Conlutas orienta as suas entidades e movimentos filiados a preparar desde já esse dia de luta. É importante organizar plenárias, assembleias com as bases para conseguirmos máxima adesão dos trabalhadores.

A CSP-Conlutas Pará está chamando  uma plenária para esta segunda-feira (18) com esse objetivo. É preciso seguir esse exemplo e fortalecer a construção desde já do Dia Nacional de Paralisação.

Outras iniciativas também apontam um dia 29 com diversas categorias paradas. Os professores das universidades federais anunciaram de greve em 28 de maio, um dia antes da paralisação nacional. Além de outros setores, como professores estaduais e municipais, e outros setores do funcionalismo público que já estão em greve e prometem adesão à data. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

“A CSP-Conlutas conclama todos os seus sindicatos e organizações a na sua região organizar a paralisação em base as bandeiras comuns, enaltecendo a nossa alternativa classista voltada aos trabalhadores. Vamos parar o Brasil”, convoca o membro da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, que participou da reunião entre as centrais.
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Nesta segunda-feira (18), as centrais sindicais se reuniram novamente para tratar dos preparativos do dia 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação. Participaram a CSP-Conlutas, CTB, CUT, Nova Central, UGT, Intersindical – CCT e a outra Intersindical que decidiu aderir à data.  A Força Sindical optou por não aderir ao dia, mas liberou seus sindicatos a participar.

As centrais sindicais acertaram os eixos da paralisação que são: contra o PL da Terceirização, as Medidas Provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia.

É preciso preparar desde já paralisação nacional nos estados


A CSP- Conlutas orienta as suas entidades e movimentos filiados a preparar desde já esse dia de luta. É importante organizar plenárias, assembleias com as bases para conseguirmos máxima adesão dos trabalhadores.

A CSP-Conlutas Pará está chamando  uma plenária para esta segunda-feira (18) com esse objetivo. É preciso seguir esse exemplo e fortalecer a construção desde já do Dia Nacional de Paralisação.

Outras iniciativas também apontam um dia 29 com diversas categorias paradas. Os professores das universidades federais anunciaram de greve em 28 de maio, um dia antes da paralisação nacional. Além de outros setores, como professores estaduais e municipais, e outros setores do funcionalismo público que já estão em greve e prometem adesão à data. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

“A CSP-Conlutas conclama todos os seus sindicatos e organizações a na sua região organizar a paralisação em base as bandeiras comuns, enaltecendo a nossa alternativa classista voltada aos trabalhadores. Vamos parar o Brasil”, convoca o membro da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, que participou da reunião entre as centrais.
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Nesta segunda-feira (18), as centrais sindicais se reuniram novamente para tratar dos preparativos do dia 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação. Participaram a CSP-Conlutas, CTB, CUT, Nova Central, UGT, Intersindical – CCT e a outra Intersindical que decidiu aderir à data.  A Força Sindical optou por não aderir ao dia, mas liberou seus sindicatos a participar.

As centrais sindicais acertaram os eixos da paralisação que são: contra o PL da Terceirização, as Medidas Provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal, em defesa dos direitos e da democracia.

É preciso preparar desde já paralisação nacional nos estados


A CSP- Conlutas orienta as suas entidades e movimentos filiados a preparar desde já esse dia de luta. É importante organizar plenárias, assembleias com as bases para conseguirmos máxima adesão dos trabalhadores.

A CSP-Conlutas Pará está chamando  uma plenária para esta segunda-feira (18) com esse objetivo. É preciso seguir esse exemplo e fortalecer a construção desde já do Dia Nacional de Paralisação.

Outras iniciativas também apontam um dia 29 com diversas categorias paradas. Os professores das universidades federais anunciaram de greve em 28 de maio, um dia antes da paralisação nacional. Além de outros setores, como professores estaduais e municipais, e outros setores do funcionalismo público que já estão em greve e prometem adesão à data. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

“A CSP-Conlutas conclama todos os seus sindicatos e organizações a na sua região organizar a paralisação em base as bandeiras comuns, enaltecendo a nossa alternativa classista voltada aos trabalhadores. Vamos parar o Brasil”, convoca o membro da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, que participou da reunião entre as centrais.
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INFORME: AUDIÊNCIA COM O PREFEITO - REDE MUNICIPAL DE ITABORAÍ

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Aos 21 dias de maio obtivemos uma audiência com o Prefeito, conquistada no último ato da categoria. A audiência contou com a presença de representantes da SEMEC, Secretaria de Planejamento e Poder Executivo, na figura do Prefeito Helil Cardozo (PMDB). Após a discussão do primeiro ponto de pauta, o prefeito teve que se retirar devido a questões médicas.

Os pontos de pautas apresentados foram os seguintes:
• Reajuste salarial/ Data base.
• PCCS.
• 1/3 de planejamento.
• Gestão Democrática.
• Concurso Público e fim das terceirizações.


A equipe governamental, diante da pauta, apresentou as seguintes respostas:
Reajuste salarial- Diante da proposta do sindicato de 24%, a Prefeitura se responsabilizará pela apresentação de estudos e índices ao sindicato no dia 02/06/2015, as 14 horas, no Salão Nobre.

PCCS- Diante da nova proposta do PME houve a incorporação de diversos pontos do PCCS. O sindicato ficou de fazer um estudo comparativo entre a proposta do PCCS e a nova proposta do PME, o sindicato se responsabilizou em empreender estudos/ ações sobre o novo PME (que irá para a Câmara na 2ª feira) e indica o dia de 27/05/2015, as 10 horas da manhã, para a realização deste estudo coletivo. Segundo a secretária, grande parte do PCCS reivindicado, estaria contemplado no PME, é esta informação que o sindicato e a categoria precisam averiguar.

Segue link de metas estipuladas pelo Município. 
http://www.pme.itaborai.rj.gov.br/metas-do-plano

1/3 de planejamento – Devido as alterações propostas no seminário de 1/3, a secretaria informa a necessidade de novo estudo e prazo. A SEMEC apresentará um primeiro Cronograma desta implantação na próxima reunião.

Gestão Democrática- O entendimento da secretaria é que este debate também esta contemplado no PME. Todavia, o sindicato apresentou a demanda de que esta resolução seja feita via projeto de lei do Executivo, a secretaria ficou de avaliar a proposta. 49 escolas já realizaram eleições para o Conselho Escolar e existe a iniciativa de formação destes conselheiros em parceria com a UFRRJ.

Concurso Público- Estava em andamento o processo, mas devido a questão do Comperj foi temporariamente suspenso. Além disso, a finalização de consulta da necessidade de docentes, devido ao 1/3 alterará esta demanda

Terceirizados – A Prefeitura informou que, das três firmas que prestam serviços para a educação, apenas a Força União teve contrato vencido e prorrogado até a próxima licitação (prevista para duas semanas) e vem apresentando problemas relativos ao pagamento. Porteiros e Vigias estão em Aviso Prévio devido a suspensão do contrato e a alegação da baixa arrecadação.

O SEPE SOMOS NÓS. NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ!

18 de maio de 2015

CARTAZ DA PRÓXIMA PARALISAÇÃO E CARTA AOS PAIS

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Solicitamos, se possível, que você tire cópias da carta para a panfletagem na comunidade escolar. O sepe fará o ressarcimento do valor e, para isso, é necessário apresentar a nota fiscal na sala do sindicato.

Saudações sindicais, 
Direção do SEPE/Itaboraí
 

 

17 de maio de 2015

Calendário de Luta da Rede Municipal de Educação de Itaboraí

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Calendário da Rede Municipal de Educação de Itaboraí

- 21/05 (5ª) - Indicativo de audiência com o Prefeito

- 22/05 (6ª) - Dia de Luto em defesa da Educação Pública

28 e 29/05 - GREVE DE ADVERTÊNCIA DE 48 HORAS

 28/05 (5ª) - Assembleia dos profissionais da educação na Associação da Maior Idade

Após a assembleia ato em frente a Prefeitura de Itaboraí
14 horas - Ato Público, concentração na sala do SEPE/ITABORAÍ


29/05 (6ª) - Dia Nacional de Paralisações e Manifestações - ATO NO RIO.


O SEPE SOMOS NÓS. NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ!

Dia de Luto e de Luta na Rede Municipal de Educação de Itaboraí

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No dia do aniversário da cidade, 22 de maio - sexta-feira, os profissionais da educação da rede municipal de Itaboraí utilizarão camisas e faixa pretas para simbolizar o dia de luto e o descaso do governo municipal com a Educação pública.
 

Estaremos disponibilizando faixas pretas na sala do SEPE.


Evento: https://www.facebook.com/events/573459022795843/

O SEPE SOMOS NÓS. NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ!

8 de maio de 2015

13 MAIO - MAIS UM DIA DE LUTA NA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE ITABORAÍ

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SÓ A LUTA MUDA A VIDA! 

Na próxima quarta-feira, dia 13 de maio, os profissionais da educação da rede pública de ensino de Itaboraí vão cruzar os braços e construir a greve de advertência de 24 horas.

Após várias tentativas frustradas de negociações com o governo municipal, os profissionais da educação do Município decidiram interromper os trabalhos no chão da escola para invadir as ruas denunciando o descaso do poder público local com a Educação Pública.

Não vamos aceitar que a Educação Pública pague pela crise que vem sendo anunciada. Não vamos aceitar que o governo apenas apresente isso como desculpa, mas ao mesmo tempo não torna público os gastos municipais. Não expõe os contratos com as empresas privadas, não deixa claro para onde vai o investimento na Educação Pública.

Escola caindo aos pedaços, falta de material didático, falta de valorização, falta de pagamento dos salários dos profissionais da educação terceirizados, assédio moral, gestão escolar autoritária e sem eleição direta para diretor, descumprimento da lei de 1/3 de atividades extraclasse, sem negociação sobre Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos profissionais da educação, nenhum diálogo com o sindicato e com a categoria, nenhuma negociação sobre a data-base e reajuste salarial, falta de lisura com o dinheiro público...

O SEPE CONVOCA!

No dia 13 de maio a greve de advertência começa com uma assembleia na sala do SEPE/ITA às 8:30 horas. Após assembleia vamos caminhar até a prefeitura construindo, assim, um belo ato em defesa da Educação Pública do Município de Itaboraí.

Contamos com a presença de todos os profissionais da educação da rede pública de ensino do Município!
Contamos com o apoio da população de Itaboraí!

O SEPE SOMOS NÓS. NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ!

6 de maio de 2015

TRABALHO SEMI-ESCRAVO NA EDUCAÇÃO DE ITABORAÍ!

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 TRABALHO SEMI-ESCRAVO NA EDUCAÇÃO DE ITABORAÍ!

O título parece exagerado, mas como definir a rotina dos trabalhadores terceirizados em Itaboraí? Dois meses de salários (que já são baixos) atrasados e pressão constante para silenciar. Os porteiros das escolas receberam aviso prévio. Enquanto as empresas terceirizadoras Lapa, Força União e Masan não pagam, o prefeito Helil Cardoso silencia. O prefeito e os empresários amigos dificilmente estão passando pelas situações descritas a seguir.

TRABALHANDO SEM SALÁRIO, COM DÍVIDAS ACUMULADAS E SOB PRESSÃO!
Em nossas visitas às escolas municipais foram vários os relatos dramáticos dos trabalhadores sem salário. Falta dinheiro para comprar remédios para doenças crônicas, falta comida em casa, falta dinheiro para passagem (para o trabalho na escola!). Falta tudo! Sobram dívidas, angústia, desespero! Resta a solidariedade da comunidade escolar de algumas escolas que ajuda como pode. Além de tudo, a repressão surda, a pressão para aguentar calado. É assim que o prefeito de Itaboraí trata os trabalhadores terceirizados. A terceirização é isso, perda de direitos e garantias trabalhistas e chantagem permanente.

SEGUINDO O EXEMPLO DOS “ESCRAVOCRATAS” DO CONGRESSO.
O presidente da Câmara de deputados, Eduardo Cunha, é do mesmo partido que o prefeito Helil Cardozo, o PMDB. Eduardo Cunha escolheu colocar em pauta o Projeto de Lei 4330, a lei da terceirização, um ataque direto aos trabalhadores. Um trabalhador terceirizado trabalha em média três horas a mais (essa medida fecha postos de trabalho) e ganha 30% menos. A terceirização também prejudica a sindicalização de trabalhadores, bloqueia o acesso a direitos trabalhistas e aumenta o número de mortes e acidentes no trabalho porque a rigidez da fiscalização também é menor por empresas subcontratadas.
Obs: Estamos elaborando um cartaz com os nomes e partidos dos deputados que votaram a favor da terceirização, conforme decisão da última assembleia dos profissionais da educação de Itaboraí. A lei foi aprovada na câmara e seguiu para o senado.

A ATITUDE DO GOVERNO DE ITABORAÍ É ANTIÉTICA E DESUMANA. A CRISE NÃO É FINANCEIRA, É MORAL!


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