14 de outubro de 2026
📣 Nesta quarta-feira (14/10) está prevista a realização da última sessão de discussão no Senado sobre a proposta que acaba com a escala 6X1. Após a discussão, os parlamentares devem votar em primeiro e segundo turnos a PEC que acaba com o regime de 44 horas semanais de trabalho e prevês dois dias de folga por semana para os trabalhadores sem redução dos salários. A estratégia da bancada governista é trabalhar por uma aprovação de requerimento que acelera a tramitação do texto para que ele seja levado de forma mais rápida para votação em dois turnos no plenário no mesmo dia.
Senadores da base do governo e da oposição afirmam que já existem votos suficientes para aprovar a mudança da escala de trabalho no Brasil.
A intenção é promulgar a PEC até o dia 22 de outubro.
O presidente Lula considera a aprovação do fim da escala 6X1 um tema prioritário do governo federal. A PEC sofreu uma série de ataques da base oposicionista no Congresso, inclusive do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, que agora diz que vai votar a favor. O Partido Liberal, de Bolsonaro, tentou de todas as formas atrasar o processo, chegando inclusive a lançar uma proposta alternativa que previa a redução das horas trabalhadas vinculada à redução dos salários dos trabalhadores. O fim da 6X1 é o resultado de uma luta que reuniu trabalhadores de todo os país que foram para as ruas exigir uma escala de trabalho mais humana no Brasil.
A primeira sessão de discussão da PEC ocorreu no dia 6 de outubro, dois dias depois do primeiro turno das eleições.
📣 O Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para esta quarta-feira (dia 14), o reinício do julgamento pelo plenário virtual do Tema 1218 – sobre a incidência do piso nacional do magistério nos planos de carreira dos profissionais de educação.
O julgamento foi iniciado em 12 de dezembro de 2025, mas acabou suspenso após pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que, posteriormente, votou a favor do piso. Em maio deste ano, o julgamento foi novamente suspenso, desta vez por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, cujo voto será publicado amanhã
Até o momento, o julgamento se encontra com placar favorável ao pleito dos profissionais de educação (2X1): votaram favoravelmente à inclusão do piso nos planos de carreiro os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O relator, Cristiano Zanin, apresentou um voto sujeito a diferentes interpretações.
A decisão é fundamental para a valorização dos(as) profissionais do magistério em todo o Brasil.
Piso e carreira andam juntos: ministros do STF, piso é lei e carreira é direito! Sua repercussão nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada é essencial para garantir remuneração digna, progressão profissional e o reconhecimento dos direitos da categoria.
Acompanhe o julgamento – que é virtual e tem os votos publicados – no site do Supremo.
📄 Veja um histórico do julgamento:
O recurso extraordinário (RE) nº 1326541, que deu origem ao Tema 1218, é oriundo de uma ação no Estado de São Paulo, e ganhou repercussão geral, ou seja, terá validade para todo o país.
O Sepe defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz: “O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”
Lembramos também, que foi em razão deste processo no STF que ocorreu a suspensão da decisão do TJRJ de 2022, que deu ganho de causa na Ação Civil Pública do Sepe em 1ª e 2ª instâncias, determinando o cumprimento do piso para toda a categoria, com retroatividade ao ano de 2015. O Piso resulta de lei vigente há 17 anos, Lei nº 11.738/08 e foi considerado constitucional pelo STF na ADI 4167 há mais de 10 anos. Mas o governo do estado o descumpre desde 2015.
Resumo do Tema 1218:
“Adoção do piso nacional estipulado pela Lei federal 11.738/2008 como base para o vencimento inicial da carreira do magistério da Educação básica estadual, com reflexos nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada. Descrição: Recurso extraordinário em que se discute, à luz dos artigos 2º, 18, 37, X e XIII, e 169, § 1º, I e II, da Constituição Federal, a constitucionalidade da decisão judicial que concedeu a equiparação do salário-base do professor da educação básica do Estado de São Paulo ao piso nacional da categoria, estabelecido pela Lei 11.738/2008, com incidência escalonada nas diversas faixas, níveis e classes”.
✉ Categoria pode enviar mensagens para os ministros do STF:
Como o julgamento será virtual, portanto, sem a divulgação na TV Justiça, uma forma de a categoria tentar sensibilizar os ministros em seus votos seria enviando mensagens para os emails dos Gabinetes, explicando a importância que a votação tem para a categoria da rede estadual de educação, que recebe um dos piores salários em nível nacional, já que o governo não cumpre o piso. A seguir, publicamos um texto modelo que o(a) professor(a) poderá usar, como referência, em sua mensagem aos ministros – atenção, usamos, como exemplo, a situação da rede estadual do Rio de Janeiro. Mas o texto modelo pode ser usado, citando outras redes municipais:
✍ MODELO DO TEXTO:
Vossa Excelência, Senhor Ministro ____________,
“No contexto do julgamento do Tema 1218, que ocorrerá no Plenário Virtual a partir do dia 15 de maio, venho respeitosamente manifestar a extrema relevância desta decisão para o magistério brasileiro — em especial para nós, profissionais da rede estadual do Rio de Janeiro, submetidos a um dos piores salários do país devido ao reiterado descumprimento do piso nacional previsto na Lei 11.738/2008. Considerando que o piso foi reconhecido como constitucional por este próprio Supremo Tribunal Federal e deveria servir como vencimento inicial das carreiras, conforme determina o §1º do art. 2º da referida lei, solicito a Vossa Excelência atenção especial aos impactos sociais, profissionais e pedagógicos envolvidos.
Assim, rogo que o voto de Vossa Excelência reconheça a necessidade de que o piso nacional do magistério seja efetivamente observado como referência mínima nos planos de carreira, com os devidos reflexos nas faixas, níveis e classes, assegurando dignidade, valorização e respeito à legislação vigente. Tal decisão representará justiça para milhares de educadores que há anos lutam para que a lei seja cumprida.
Endereços dos(as) ministros(as)
GABINETE MINISTRO EDSON FACHIN (presidente)
gabineteedsonfachin@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES
audienciasgilmarmendes@stf.jus.br
GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA
gabcarmen@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO DIAS TOFFOLI
gabmtoffoli@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO LUIZ FUX
gabineteluizfux@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES
Email: gabmoraes@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO NUNES MARQUES
gmnm@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA
secretaria.gmalm@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO CRISTIANO ZANIN
gabinete.mcz@stf.jus.br
GABINETE MINISTRO FLÁVIO DINO
agenda.gmfd@stf.jus.br
9 de outubro de 2026
A partir de 15 de novembro, o plano de saúde oferecido pelo Sepe passa a ser administrado pela Supermed, uma das maiores administradoras de benefícios em saúde do país. A operadora continua sendo a Unimed, sem alterações na rede credenciada, nas coberturas, nas carências já cumpridas, no valor da mensalidade ou na data de vencimento.
A Supermed ficará responsável pela emissão das mensalidades, pelo cadastro, pela movimentação de dependentes e pelo atendimento aos beneficiários. A partir de novembro, os boletos serão digitais, e o número da carteirinha será atualizado. A empresa informará previamente o novo número a cada beneficiário.
Não será necessário fazer recadastramento, trocar de plano ou assinar documentos. A recomendação é conferir se o e-mail e o telefone cadastrados estão atualizados para receber boletos e avisos.
Com a mudança, o Sepe também voltará a oferecer planos de saúde a filiados que ainda não possuem cobertura.
▶Leia no site do Sepe um tira-dúvidas completo sobre a mudança
https://seperj.org.br/a-partir-de-novembro-o-plano-de.../
📚 Educação com Lula | Vamos à luta!
✊ Nos últimos dias, a juventude tomou as ruas do Rio de Janeiro e de todo o País em protestos contra a extrema direita e em apoio à candidatura do presidente Lula. Uma aula de defesa da democracia e dos direitos sociais!
Agora, é a vez de nós, profissionais da educação, nos organizarmos para evitar a vitória da extrema direita, que já conquistou maioria no Congresso Nacional e nos governos estaduais, incluindo Douglas Ruas no Rio de Janeiro, continuidade de Cláudio Castro.
💻 Participe da plenária online Educação com Lula!
📅 Sábado, 10/10
🕙 Às 08h30
Ingressar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/88696434724...
ID: 886 9643 4724
Senha:495401
Vamos organizar ações para mostrar os efeitos de um governo de extrema direita sobre a educação pública, nossos direitos e o País.
📢 Em defesa da educação pública e da democracia, vamos à luta!
📣 Os profissionais de educação da rede estadual realizaram uma assembleia geral nesta quarta-feira, dia 7 de outubro, no auditório do Clube de Engenharia, Centro do Rio. Na plenária, a categoria aprovou um calendário de lutas, com ato na SEEDUC, no dia 5 de novembro (horário a confirmar), sem paralisação.
No dia 14 de novembro, um sábado, será realizada nova assembleia geral (horário e local a confirmar) para discutir os rumos da mobilização da rede estadual.
A assembleia deliberou também pela não realização do ato programado para a porta do TJ, tendo em vista a realização da grande passeata do movimento estudantil, da Candelária até a Cinelândia. Os profissionais saíram da assembleia para se juntar ao ato e passeata dos estudantes, que reuniu dezenas de milhares de manifestantes ocupando toda extensão da Avenida Rio Branco.
A passeata em apoio à democracia e da reeleição de Lula e contra o avanço da extrema direita no país, teve como objetivo apoiar a candidatura do atual presidente e condenar os candidatos bolsonaristas, Eduardo Bolsonaro (para presidente) e Douglas Ruas (para o governo do Estado), que foram os mais votados no primeiro turno do pleito, no dia 4 de outubro.
A mobilização estudantil começou na segunda-feira, dia 5 de outubro, quando estudantes da Universidade Federal Fluminense saíram para as ruas à noite para apoiar Lula no segundo turno das eleições. Mais atos como os de hoje no Rio de Janeiro estão previstos em dez estados, com objetivo de formação de uma frente de mobilização contra Bolsonaro e a extrema direita no segundo turno.
📣 A assembleia da rede estadual desta quarta-feira, 7/10, decidiu suspender o ato que aconteceria às 14h de hoje no TJ-RJ para tomar parte no ato dos estudantes contra a ascensão da extrema-direita que sai neste momento em passeata da Candelária para a Cinelândia.
🗓 Foi aprovado pela assembleia da rede estadual o seguinte calendário:
📍 Dia 5 de novembro: ato na Seeduc (SEM PARALISAÇÃO)
📍 Dia 14 de novembro: assembleia geral da rede estadual.
📣 A assembleia da rede estadual desta quarta-feira, 7/10, decidiu suspender o ato que aconteceria às 14h de hoje no TJ-RJ para tomar parte no ato dos estudantes contra a ascensão da extrema-direita que sai neste momento em passeata da Candelária para a Cinelândia.
🗓 Foi aprovado pela assembleia da rede estadual o seguinte calendário:
📍 Dia 5 de novembro: ato na Seeduc (SEM PARALISAÇÃO)
📍 Dia 14 de novembro: assembleia geral da rede estadual.
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