Para o sindicato, as secretarias de Educação estadual e municipais, não tem apresentado um protocolo de procedimentos para as unidades escolares em caso de ocorrências deste tipo, deixando as direções das unidades escolares, demais profissionais e responsáveis sem saber que medidas tomar para resguardar a segurança da comunidade escolar.
No caso do município do Rio, um “alerta amarelo” emitido hoje pela SME é um exemplo de como o poder público é dúbio para casos como este e as soluções para prevenção não conseguem apresentar propostas concretas sobre o que se deve fazer para evitar danos na infraestrutura e garantir a vida de profissionais e alunos nas escolas.
Segundo a SME, em conformidade com o “Protocolo de Prevenção, Proteção e Segurança Escolar”, é orientado que Unidades Escolares se mantenham atentas às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; “mantenham-se atentos às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; se necessário, ajuste a rotina escolar.
Mas o sindicato questiona se esse “ajustar a rotina”, dá autonomia para as direções suspenderem as aulas da unidade em casos de ameaças como as previstas para as próximas horas. O protocolo da SME, assim como as determinações das demais secretarias de Educação do Estado e dos demais municípios também nada falam sobre o abono de falta para os profissionais de Educação que não conseguem ter mobilidade na cidade.
Não podemos acreditar que a melhor solução oferecida pelos governos para casos como o do alerta de hoje seja esperar.
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