A greve de 2016 foi iniciada em março e terminou em 30 de julho daquele ano. Uma greve de mais de quatro meses de duração dos profissionais de Educação das escolas estaduais, que lutaram pela dignidade e contra o atraso dos salários e a absurda implementação do parcelamento dos pagamentos aplicada pelo então governador Pezão; e antes dele, Sergio Cabral. Ambos, não por acaso, acabaram sendo presos, acusados por corrupção.
Convidados:
Professor de Sociologia da rede estadual. Foi coordenador-geral do Sepe por quatro vezes. Foi da executiva Nacional da CNTE. É coordenador nacional da TLS/Sindical/MES.
Professor da rede estadual e autor do livro “Nossas escolas, nossas regras” (Guilherme é professor de Sociologia da rede estadual do RJ, mestre em Educação, doutor em História comparada e educador popular, além de autor do livro “Nossas escolas, nossas regras”)
Professor da rede estadual e coordenador geral do Sepe em 2016 (Lucas é professor de Física da rede estadual do RJ, mestre e doutor em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia e atualmente é diretor do Centro Educacional Anísio Teixeira - CEAT)
Professora da rede estadual e coordenadora-geral do Sepe em 2016 (Marta é professora de História da rede estadual do RJ, mestre em Educação pela UFF. Membra do grupo de pesquisa em Educação (PPJAT UERJ) e representante do SEPE-RJ no GT do ensino médio do FEERJ.)
Pedagoga, pós-graduada em Educação, servidora pública da rede estadual e do município de Campos, Conselheira do CODIM e da Direção da CNTE. Foi vereadora do município de Campos, atuou como Assessora Especial na Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres com a Ministra Nilcea Freire em 2009. Luta pelos direitos das mulheres, da comunidade LGBTQIA+, dos negros e negras, quilombolas, indígenas e PCDs

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