22 de abril de 2026

STF garante Piso Nacional do Magistério para professores temporários


Em julgamento na tarde do dia 16 de abril, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu por unanimidade o direito das professoras e professores contratados temporariamente pelas redes de ensino do país ao piso salarial profissional nacional da categoria, que, neste ano de 2026, é de R$ 5.130,63.

O processo em julgamento foi o Tema 1308, com repercussão geral, oriundo de recurso manejado pelo Estado de Pernambuco (ARE nº 1487739).

A CNTE esteve ao lado da CUT, SINTEPE-PE, SINPROESEMMA-MA, CONATRAM e CONFETAM neste julgamento como amicus curiae, que foi marcado pela perplexidade dos ministros do STF quanto ao descaso na contratação de professores nas redes públicas do Brasil. O relator, ministro Alexandre de Moraes, expôs os dados do Censo Escolar 2025 que mostram quase 50% de contratos temporários na educação básica, verdadeira burla, segundo o ministro, ao dispositivo da Constituição que permite a contratação temporária em casos de necessidades excepcionais.
Leia nota pública da CNTE sobre o assunto pelo link abaixo:

https://cnte.org.br/noticias/stf-garante-piso-do-magisterio-a-professores-temporarios-bd2a

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DIA 05/05/2026

 


Convocação para Assembleia Geral - SEPE Núcleo Itaboraí

O SEPE Núcleo Itaboraí convoca os servidores públicos municipais da Educação para a Assembleia Geral, que incluirá uma paralisação reivindicatória de 24 horas. O evento acontecerá no dia 05 de maio de 2026, uma terça-feira, a partir das 9h, no Rotary Clube de Itaboraí, localizado na Rua Desembargador Ferreira Pinto, 226, Centro de Itaboraí.

A pauta da assembleia abordará os seguintes pontos:

*   Data-base 2026;

*   Recomposição salarial;

*   Pagamento do Piso Nacional do Magistério;

*   PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração);

*   Estrutura das escolas ( climatização, obras e falta de mobiliário);

* Assédio Moral;

*   Gestão democrática;

*   Implementação da Lei nº 15.326/2026.


A participação de todos é fundamental para debatermos as ações do sindicato neste período.


Compartilhem, curtam e comentem nossas publicações nas redes sociais.


O SEPE SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!


#sepeitaboraí #pisonacionaldomagisterio #reajustejá #CampanhaSalarial2026 #database2026

RELATORIA DA ASSEMBLEIA DA REDE PUBLICA MUNICIPAL DE ITABORAÍ

 


Ata da Assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí

No dia 14 de abril de 2026, realizou-se, no Rotary Clube de Itaboraí, a assembleia da Rede Pública Municipal. O encontro iniciou às 9h30, com a presença dos seguintes diretores: Cristine Matos, Julio César, José Leão, Maurício Lapa, Paulo Alex e Ronaldo Borba. Por motivo de saúde, Lourdes Monteiro não pôde comparecer.

Durante a assembleia, foram prestados esclarecimentos sobre o período da data-base, conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Itaboraí (Lei n° 1392, de 03 de julho de 1996), que estabelece o primeiro de maio como início da Data-Base para os servidores públicos municipais. Esclarecimentos adicionais foram feitos sobre o estágio probatório e a garantia de participação em paralisação reivindicatória, sem prejuízo à avaliação do estágio.

Os diretores do sindicato que fazem parte do conselho do CASC FUNDEB explicaram o crescimento nos últimos anos e o não pagamento do Piso Nacional do Magistério, conforme a Lei n° 11.738/2008. Os servidores públicos municipais relataram casos de assédio moral na rede e discutiram as ações a serem tomadas.

A assembleia abordou os seguintes tópicos:

*  Informes gerais;

*  Avaliações sobre a data-base 2026, recomposição salarial, Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), estrutura das unidades, gestão democrática e sábado letivo;

*  Implementação da Lei n° 15.326/2026, que concede direitos às agentes educativas de creche equiparados aos professores da Educação Infantil;

*  Assédio moral nas unidades escolares.

7 de abril de 2026

Profissionais de educação da rede estadual vão parar por 24h nesta quinta, dia 9 de abril

 

Nesta quinta-feira, dia 9 de abril, os profissionais de educação da rede estadual vão paralisar as atividades por 24 horas, em luta por recomposição salarial e implementação do Piso Nacional do Magistério e do piso dos funcionários, entre outras.

A assembleia da rede estadual do dia 09/04 será no Clube de Engenharia – Edifício Edison Passos, Avenida Rio Branco, nº 124 (Centro do Rio de Janeiro), às 10h. Logo após a assembleia geral, os profissionais estaduais farão um ato de protesto em frente à ALERJ – nesse mesmo dia 9 de abril, a rede municipal vai paralisar também, com assembleia às 14h, na Cinelândia. Leia mais sobre a rede municipal.

Segundo o Sepe-DIEESE, para que os salários dos profissionais das escolas estaduais, em 1º de fevereiro de 2026, retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de julho de 2014, o reajuste necessário sobre os salários de janeiro de 2026 seria de 55,96% pelo INPC-IBGE e de 56,74%, de acordo com o IPCA-IBGE.

A categoria reivindica o cumprimento do acordo de recomposição feito com a Alerj ainda no final de 2021 — 26,5% como reposição das perdas de 2017 a 2021, divididas em três parcelas. A primeira parcela, de 13,5%, foi paga em janeiro de 2022, e as duas restantes, que deveriam ter sido pagas em fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024, até hoje não foram pagas.

Os servidores também reivindicam um reajuste para cobrir os três anos de congelamento salarial (o último reajuste foi concedido em 2023, de 5,35%) e a implementação do Piso Nacional.

É a segunda paralisação da rede este ano – a rede já havia paralisado no dia 18/03

31 de março de 2026

Ata da Assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí

 



Aos vinte dias do mês de março de 2026, foi realizada a assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí, no formato remoto (aplicativo Zoom), a partir das 19h30, com a participação dos seguintes diretores: Cristine Matos, Lourdes Monteiro, Julio César, José Leão, Paulo Alex e Ronaldo Borba.


A dinâmica da assembleia foi estabelecida com informes, avaliações e propostas. A pauta da assembleia incluiu: data-base 2026, recomposição salarial, PCCR, estrutura das unidades, gestão democrática e sábado letivo, implementação da Lei n° 15.326/2026.

A direção do sindicato participou de uma audiência no MPRJ para atualizar os últimos dados sobre a climatização das unidades escolares da rede pública municipal e da rede pública estadual em Itaboraí. O coordenador geral, Julio César, informou que o sindicato enviou um ofício solicitando informações sobre a implementação da Lei nº 15.326/2026, que contempla os Agentes Educativos de Creche e garante o pagamento do Piso Nacional do Magistério, além de outros benefícios na carreira do magistério. A Lei nº 15.326, sancionada em 6 de janeiro de 2026, é um marco histórico para a educação brasileira, com a finalidade de reconhecer e integrar formalmente os professores da educação infantil como profissionais do magistério público.

O diretor Ronaldo Borba discorreu sobre a atuação no CACS FUNDEB e sobre o relatório produzido pelo TCE acerca da situação do município de Itaboraí, diante da dificuldade de análise e aprovação das contas.

Propostas Aprovadas:

1. Greve de 24h no dia 14 de abril de 2026, com assembleia a partir das 9h e ato.

2. Acompanhamento dos conselhos escolares das unidades da rede pública municipal de Itaboraí.

3. Confecção de cartas aos responsáveis da rede pública municipal de Itaboraí.

4. Aprovação de ações sobre sábado letivo, com confecção de material para distribuição aos servidores públicos municipais da Educação e ação judicial, pois o calendário letivo não está sendo discutido com a categoria como em anos anteriores.

Compartilhem, curtam e comentem nossas publicações nas redes sociais.

O SEPE SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!



--

11 de março de 2026

2º ministro do TSE vota pela cassação de Cláudio Castro, mas Nunes Marques pede vista

 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou nesta terça-feira (10) o julgamento do processo que pode cassar o mandato do governador Cláudio Castro (PL) por abuso de poder político e econômico durante a campanha de 2022.

Hoje, o ministro do TSE Antônio Carlos Ferreira votou pela condenação de Castro, defendendo a cassação de seu mandato e sua inelegibilidade, acompanhando o voto anterior da relatora do caso, a ministra Maria Isabel Gallotti. Com isso, o placar está em 2 a 0 pela cassação e inelegibilidade do governador.

Em seguida, o ministro Nunes Marques, do STF e indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu vista. Com isso, o julgamento foi suspenso e deve ser retomado apenas no dia 24 de março, segundo a Presidência do tribunal, exercida pela ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia.

Ferreira também votou pela cassação e inelegibilidade do ex-vice-governador Thiago Pampolha (MDB), do deputado estadual Rodrigo Bacellar e de Gabriel Lopes, ex-coordenador da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), instituição envolvida na denúncia.

Pela ordem de votação, os próximos a votar seriam Floriano Azevedo; Estela Aranha; Nunes Marques, André Mendonça e Cármen Lúcia.

Para formar maioria a favor da cassação, é preciso que pelo menos dois dos cinco votos que ainda estão em jogo sejam pela condenação de Castro e Bacellar. O TSE é formado por sete ministros titulares. Como Nunes Marques “antecipou” o pedido de vista, o julgamento será retomado com o voto dele, mexendo na ordem de votação.

ENTENDA O PROCESSO

Antes de deixar o tribunal, em novembro de 2025, a ministra Isabel Gallotti, relatora do caso, votou para cassar o mandato e tornar Castro inelegível. Após o voto de Gallotti, o ministro Antonio Carlos Ferreira pediu vista e suspendeu o julgamento por 60 dias.

A ação chegou ao TSE por meio de um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que absolveu Castro e aliados.

A acusação aponta irregularidades na contratação de mais de 27,6 mil funcionários temporários na UERJ e na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), que teriam atuado como “cabos eleitorais” em prol da chapa e de aliados, segundo a denúncia.

Castro está sendo um desastre para o estado do Rio, e agora, no final de sua gestão – depois de quebrar as finanças do governo e o Rioprevidência, se envolver no escândalo do Banco Master e manter um arrocho salarial de três anos contra os servidores –, ele quer sair do cargo em abril para se candidatar ao Senado. Por isso, é importante que o julgamento ocorra de modo célere.

A educação estadual está em campanha salarial, junto aos demais servidores, reivindicando a recomposição das perdas salariais e a implementação do Piso do Magistério e do piso dos funcionários. A categoria vai paralisar por 24 horas no dia 18/03 para participar do ato com caminhada até o Palácio Guanabara – concentração no Largo do Machado, às 10h.

AddThis Smart Layers