6 de agosto de 2026


 

📣 A CNTE prorrogou o prazo para realização da pesquisa feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas para avaliar o contexto político e social vivido no interior das escolas públicas no Brasil. O estudo quer ouvir os professores(as) das etapas finais do ensino fundamental e ensino médio para verificar as relações destes profissionais junto com estudantes, familiares, gestores, ou seja, o dia a dia dentro da escola pública.

O órgão informa que o período de coleta de dados foi estendido até o dia 20 de agosto de 2026, oferecendo uma nova oportunidade para que os estados e entidades que ainda não alcançaram suas metas intensifiquem a mobilização e ampliem a participação da categoria.

O objetivo da pesquisa é a verificação destas relações dentro do espaço escolar para que se possa desenvolver não só diagnósticos, mas também políticas públicas que venham a melhorar o cotidiano de quem educa.

Em tempos conturbados, nos quais temos assistido o aumento dos conflitos dentro das famílias e nas salas de aula, além de ameaças à liberdade de cátedra dos professores, muitos destes profissionais reclamam da falta de espaço para promoverem uma Educação pública, laica e democrática por causa do patrulhamento dentro do seu espaço de trabalho muitas vezes incentivado pelas redes de ódio.

O assédio, o controle excessivo e os ataques à nossa liberdade de docência viraram uma realidade pesada na sala de aula. Para combater isso de frente, a CNTE fechou uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e quer ouvir a categoria a respeito desta questão. O questionário visa compreender como o contexto social e político atual no Brasil tem afetado o trabalho na Educação. As perguntas abordam a rotina do dia a dia e a relação com estudantes, responsáveis e gestores.

A enquete é totalmente anônima e os participantes terão o anonimato garantido e podem interromper o preenchimento do formulário online a qualquer momento que desejarem.

🌐 Responda a pesquisa neste endereço: https://mla.bs/3b6c3f91ff


 

✊ Neste 6 de agosto o Sepe-RJ parabeniza todos os profissionais da Educação do país e se mantém firme na luta pela aprovação do PL do Piso Nacional dos Funcionários! Sigamos juntos e juntas por uma Educação pública de qualidade, por respeito e valorização profissional a estes funcionários e funcionárias fundamentais ao funcionamento da escola pública de qualidade.

#ProfissionaisDaEducação #seperj #PisoNacionalDosFuncionários


 

📣 O Sepe vem a público expressar preocupação com a atuação das autoridades estaduais e municipais em relação à falta de protocolos claros para preservar a segurança no espaço das unidades escolares públicas no estado do Rio de Janeiro. Nesta manhã, um alerta severo da Defesa Civil para ocorrência de ventos fortes e mudanças climáticas deixou a população fluminense alarmada, temendo a ocorrência de eventos como o da semana quando um vendaval trouxe o caos para diferentes municípios, chegando a causar grandes estragos e 3 mortes no estado.

Para o sindicato, as secretarias de Educação estadual e municipais, não tem apresentado um protocolo de procedimentos para as unidades escolares em caso de ocorrências deste tipo, deixando as direções das unidades escolares, demais profissionais e responsáveis sem saber que medidas tomar para resguardar a segurança da comunidade escolar.

No caso do município do Rio, um “alerta amarelo” emitido hoje pela SME é um exemplo de como o poder público é dúbio para casos como este e as soluções para prevenção não conseguem apresentar propostas concretas sobre o que se deve fazer para evitar danos na infraestrutura e garantir a vida de profissionais e alunos nas escolas.

Segundo a SME, em conformidade com o “Protocolo de Prevenção, Proteção e Segurança Escolar”, é orientado que Unidades Escolares se mantenham atentas às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; “mantenham-se atentos às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; se necessário, ajuste a rotina escolar.

Mas o sindicato questiona se esse “ajustar a rotina”, dá autonomia para as direções suspenderem as aulas da unidade em casos de ameaças como as previstas para as próximas horas. O protocolo da SME, assim como as determinações das demais secretarias de Educação do Estado e dos demais municípios também nada falam sobre o abono de falta para os profissionais de Educação que não conseguem ter mobilidade na cidade.

Não podemos acreditar que a melhor solução oferecida pelos governos para casos como o do alerta de hoje seja esperar.

(...)

🌐 Leia matéria completa em www.seperj.org.br.


 

⚠️ A Coordenação Geral do Sepe, em função do aviso de mudança climáticas bruscas previstas para ocorrer a partir de hoje (05/8), está suspendendo o trabalho presencial na sede do sindicato a partir das 12h. Assim sendo, o sindicato recomenda que todos se resguardem e permaneçam em casa, preservando a sua segurança.

O Sepe lembra que núcleos municipais e regionais da capital do sindicato tem autonomia para definir o seu funcionamento.


 

📣 A Secretaria de Funcionários do Sepe informa o adiamento da reunião do Coletivo de Funcionários do sindicato. O encontro, antes marcado para o dia 15 de agosto, agora está agendado para o dia 22 de agosto, às 9h, no auditório do sindicato (Rua Evaristo da Veiga, 55/7º andar).

A reunião do coletivo teve que ser adiada para o dia 22/08, em virtude da realização de duas assembleias no dia 15 de agosto, a saber: às 9h, assembleia-geral híbrida da rede municipal RJ (com parte presencial no auditório do Sepe) e, às 13h, assembleia-geral estatutária, no auditório da ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71 / 9º andar). 

3 de agosto de 2026


 Aos profissionais da educação pública municipal de Itaboraí – Balanço da campanha salarial Iniciamos o ano de 2026 com a esperança de que a entrada de novos profissionais vindos através do concurso público fosse trazer mais força política para a nossa luta contra o governo de Marcelo Delaroli (PL). Isto de fato se deu. Depois da primeira assembleia de chamamento da categoria (assembleia online ocorrida em março), fizemos a segunda assembleia (presencial), em 14/04, a qual um quantitativo de participantes empolgante. A terceira assembleia, realizada em 05/05, deixou a direção do SEPE - Itaboraí ainda mais empolgada, visto que foi mais cheia do que a anterior. O governo municipal, comprovando mais uma vez o seu menosprezo pela educação pública e o seu propósito de matar qualquer iniciativa de luta política dos servidores, retaliou a categoria com os descontos nos contracheques dos profissionais que, corajosamente, aderiram às greves de 24 horas aprovadas em assembleia. Notamos como esse ataque abalou a categoria, que sentiu o peso dos descontos. Há motivo para isto, dado o baixíssimo salário que a prefeitura paga e o crescente custo de vida no país. Como consequência, as três assembleias seguintes tiveram um esvaziamento preocupante. Após o recesso de julho, esperamos encontrar a categoria com a vontade de luta e as forças renovadas para enfrentar esse desgoverno municipal. Motivo para isto nós temos. O DIEESE, a pedido do SEPE-Itaboraí, analisou a nossa defasagem salarial no período entre 2013 e 2026. Acumulamos perdas de 36,94% pelo INPC-IBGE!. Ou seja, para que o nosso salário retornasse ao poder de compra de janeiro de 2013, seria necessário um reajuste de 37% em junho de 2026. E isto não é aumento real nos vencimentos, é apenas recomposição de perda salarial. Lembramos que a única recomposição salarial feita por Marcelo Delaroli foi em 2022, de apenas 15%; muito aquém do necessário à época. Lembramos também que a previsão de verba do FUNDEB para Itaboraí, em 2026, supera R$ 220 milhões, são apenas 10 milhões a menos do que Maricá (“Vou fazer de Itaboraí uma nova Maricá”, disse Delaroli na campanha eleitoral). Como se isso não bastasse, nós ainda não temos um PCCR digno com a profissão. Mais um projeto engavetado por essa gestão política compromissada em achatar os profissionais da educação. E os problemas se acumulam: não temos o 1/3 de planejamento previsto em lei; o Piso Nacional do Magistério não beneficia os profissionais mais antigos da rede; o número de mediadores é insuficiente diante do aumento de matrículas de alunos com PcD - temos casos de uma profissional atendendo dois, três ou até quatro alunos; há unidades escolares sem sala de professores e com sérios problemas estruturais, apesar das reformas de fachada - muitas funcionam em casas alugadas e mal adaptadas para o trabalho pedagógico. Além disso, cresce o número de conflitos entre profissionais, estudantes e familiares, e aumenta o adoecimento físico e psicológico da categoria. Ainda estamos em campanha salarial, e a próxima assembleia será dia 18 de agosto, ela não pode repetir o quantitativo da última. Convocamos, desde já, todos e todas a encherem essa assembleia. Não há luta dos trabalhadores sem os trabalhadores em luta real e prática. Direção de sindicato não faz luta sozinha, ela dá o pontapé e toma as medidas políticas, jurídicas e logísticas necessárias e cabíveis. Do defeito (sic) municipal e do secretário de (des)educação podemos esperar mais descaso e perseguição. Lembre-se: a emancipação da classe trabalhadora será obra da própria classe trabalhadora. Direção

Colegiada do SEPE Núcleo de Itaboraí
Acompanhem nossas redes sociais para mais informações e mobilizações.


 

📣 Nesta sexta-feira, dia 7 de agosto, às 19h, será realizada a reunião on-line do Conselho deliberativo da Rede Estadual de Educação.

💻 Para participar, ingresse na reunião Zoom:
https://us02web.zoom.us/j/84049561632...

ID da reunião: 840 4956 1632
Senha: 148480

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