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28 de maio de 2026

NOTA DE REPÚDIO E ORIENTAÇÃO AOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DE ITABORAÍ 📢

 


NOTA DE REPÚDIO E ORIENTAÇÃO AOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DE ITABORAÍ 📢


Companheiras e companheiros,


A Direção Colegiada do SEPE Itaboraí denuncia: em vez de dialogar e atender nossas reivindicações legítimas, o governo Marcelo Delaroli escolheu atacar a educação. Estão aplicando descontos ilegais nos nossos contracheques por conta das paralisações.

O SEPE cumpriu TODOS os trâmites legais. Enviamos os ofícios, comunicamos as paralisações e exercemos o direito de greve garantido pelo art. 37, VII da Constituição Federal e regulado pela Lei nº 7.783/1989. Quem está fora da lei é o governo.

Ao ignorar a pauta e tentar nos intimidar com corte de salário, Delaroli prova que não tem compromisso com a escola pública. Mas não vamos recuar!

O SEPE já acionou o Departamento Jurídico. NÃO VAMOS ACEITAR CALADOS.


ORIENTAÇÃO URGENTE: 

Pra nossa assessoria jurídica defender cada servidor, envie seu contracheque com o desconto para: sepeita@gmail.com

Mande o quanto antes. É com prova na mão que vamos derrubar esse ataque.

Não vão nos calar. Não vão nos enfraquecer.


O SEPE SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ! ✊


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INFORME DO SEPE NÚCLEO DE ITABORAÍ

 



INFORME DO SEPE NÚCLEO DE  ITABORAÍ


Aos servidores públicos municipais da Educação de Itaboraí,

A Direção Colegiada do SEPE Núcleo de Itaboraí vem, por meio deste, orientar toda a categoria sobre a questão da reposição das horas de paralisação.

Ressaltamos que a paralisação é um instrumento legítimo de luta e que o governo Marcelo Delaroli, até o presente momento, não apresentou respostas satisfatórias nem atendeu à pauta de reivindicações dos nossos profissionais da educação.

Diante disso, orientamos que nenhum servidor municipal realize a reposição dos dias de paralisação neste momento.

É importante esclarecer que:

1.  O processo está em curso: Estamos no meio de uma negociação de data-base e mobilização. Como não sabemos a duração total do movimento, é tecnicamente impossível e descabido falar em reposição agora.
2.  Negociação coletiva: A reposição de dias parados é matéria que será discutida e definida ao final de todo o processo de negociação, de forma coletiva, entre o sindicato e a administração municipal, co
mo sempre ocorreu historicamente.
3.  Não ao assédio: Qualquer pressão individual ou imediata por reposição por parte do governo configura assédio moral. Não aceitemos essa imposição. A reposição, quando necessária, será garantida e negociada pelo SEPE, respeitando os direitos da categoria.

Seguimos firmes na luta por valorização e pelo cumprimento dos nossos direitos. A nossa força está na nossa união!

Direção Colegiada do SEPE Núcleo de Itaboraí

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26 de maio de 2026

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL - SEPE NÚCLEO ITABORAÍ

 


Convocação para Assembleia Geral - SEPE Núcleo Itaboraí


O SEPE Núcleo de Itaboraí convoca os servidores públicos municipais da Educação para a Assembleia Geral, que incluirá uma paralisação reivindicatória de 24 horas. O evento acontecerá no dia 27 de maio de 2026, uma quarta-feira, a partir das 9h, no Rotary Clube de Itaboraí, localizado na Rua Desembargador Ferreira Pinto, 226, Centro de Itaboraí.


A pauta da assembleia abordará os seguintes pontos:

*   Data-base 2026;

*   Recomposição salarial;

*   Pagamento do Piso Nacional do Magistério;

*   PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração);

*   Estrutura das escolas ( climatização, obras e falta de mobiliário);

* Assédio Moral;

*   Gestão democrática;

*   Implementação da Lei nº 15.326/2026.


A participação de todos é fundamental para debatermos as ações do sindicato neste período.


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14 de maio de 2026

DIA 22 DE MAIO É DIA DE UM GRANDE ATO!

 


CONVOCATÓRIA - ATO DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DE ITABORAÍ

Bom dia, companheiros e companheiras de luta de Itaboraí.

Conforme deliberação da Assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí, os servidores públicos municipais da Educação realizarão um ato durante o desfile cívico do dia 22 de maio, data de aniversário da cidade.

É fundamental garantir a maior participação possível neste momento, pois estamos em data-base, conforme previsto na Lei Municipal nº 1.392/1996 - Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Itaboraí.

Nossas pautas são urgentes:
- Pagamento imediato do Piso Nacional do Magistério, conforme a Lei Federal nº 11.738/2008
- Implementação da Lei n° 15.326/ 2026
- Implementação do PCCR - Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração
- Cumprimento da hora-atividade: 1/3 da jornada para planejamento
- Escolas com condições mínimas de estrutura e climatização
- Fim da prática recorrente de assédio moral na rede

O governo Marcelo Delaroli não respeita a lei nem os profissionais da educação.

Vamos às ruas defender nossos direitos e a educação pública de qualidade!

13 de maio de 2026

PISO DO MAGISTÉRIO DE VOLTA À PAUTA DO STF

 


⚖️📚 Mobilização para defender o Piso do Magistério no STF!

O Supremo vai decidir no dia 15 de maio, em plenário virtual, sobre dois temas que envolvem a aplicação do piso salarial profissional nacional do magistério (Lei 11.738/2008).


✊ Precisamos fazer pressão para que a Corte julgue favoravelmente à Lei do Piso. A CNTE disponibilizou uma sugestão de mensagem a ser enviada para o e-mail do gabinete dos ministros, cobrando a votação em defesa da carreira em educação.

🔗 Confira a sugestão de e-mail no portal da CNTE: https://mla.bs/e4470a58



Convocação para Assembleia Geral - SEPE Núcleo Itaboraí / Paralisação 24h





Convocação para Assembleia Geral - SEPE Núcleo Itaboraí

O SEPE Núcleo de Itaboraí convoca os servidores públicos municipais da Educação para a Assembleia Geral, que incluirá uma paralisação reivindicatória de 24 horas. O evento acontecerá no dia 27 de maio de 2026, uma quarta-feira, a partir das 9h, no Rotary Clube de Itaboraí, localizado na Rua Desembargador Ferreira Pinto, 226, Centro de Itaboraí.

A pauta da assembleia abordará os seguintes pontos:

*   Data-base 2026;
*   Recomposição salarial;
*   Pagamento do Piso Nacional do Magistério;
*   PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração);
*   Estrutura das escolas ( climatização, obras e falta de mobiliário);
* Assédio Moral;
*   Gestão democrática;
*   Implementação da Lei nº 15.326/2026.

A participação de todos é fundamental para debatermos as ações do sindicato neste período.

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7 de maio de 2026

RELATORIA DA ATA DA ASSEMBLEIA DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ITABORAÍ

 


ATA DA ASSEMBLEIA DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ITABORAÍ


No dia 5 de maio de 2026, realizou-se, no Rotary Club de Itaboraí, a assembleia da Rede Pública Municipal. A reunião teve início às 9h30, com a presença dos diretores: Julio César, José Leão, Maurício Lapa, Paulo Alex e Ronaldo Borba.

Durante a assembleia, foram prestados esclarecimentos sobre a data-base, conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Itaboraí (Lei nº 1.392, de 3 de julho de 1996), que estabelece o dia 1º de maio como marco inicial para os servidores públicos municipais. Na ocasião, os servidores puderam relatar o movimento nas unidades escolares e sanar dúvidas referentes ao estágio probatório no município.

Pauta abordada:

* Informes gerais;

* Avaliações sobre a data-base 2026, recomposição salarial, Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), estrutura das unidades, gestão democrática e sábado letivo;

* Implementação da Lei nº 15.326/2026, que assegura às agentes educativas de creche direitos equiparados aos professores da Educação Infantil;

* Discussão sobre casos de assédio moral nas unidades escolares.


Deliberações aprovadas:

1. Realização de ato durante o desfile cívico de aniversário da cidade de Itaboraí, em 22 de maio de 2026;

2. Paralisação de 24 horas no dia 27 de maio de 2026 (quarta-feira), com assembleia e ato;

3. Paralisação de 48 horas nos dias 10 e 11 de junho de 2026, com assembleia no dia 10 e ato público no dia 11;

4. Solicitação formal de informações à SEMED sobre os critérios de avaliação dos servidores em estágio probatório (especificamente sobre pontos perdidos e o rito do processo avaliativo).


Acompanhem nossas redes sociais para mais informações e mobilizações.


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Governador Ricardo Couto recebeu o Sepe em audiência e discutiu a pauta econômica

 6 de maio de 2026

A Coordenação Geral do Sepe se reuniu com o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, na sede do TJRJ – na foto, a partir da esquerda: coordenadora Rosimar Silveira (Rose); coordenadora Helenita Beserra; diretoras do Sepe Doroteia Frota e Odisseia Carvalho; coordenadora Rosilene Almeida da Silva; deputado estadual Flavio Serafini; governador Ricardo Couto; secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça (foto: TJRJ)

Representantes do Sepe se reuniram na tarde desta terça-feira (dia 5) com o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, na sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foi um momento histórico, pois há 10 anos o Sepe não era recebido pelo chefe de governo. O último a receber o sindicato foi o então governador Francisco Dornelles, em maio de 2016 – à época, o Estado também passava por grave crise institucional e econômica, com o impedimento do governador Pezão e os salários dos servidores atrasados – veja o vídeo das diretoras do Sepe sobre a audiência.

No entendimento dos diretores do Sepe, a reunião abriu um espaço até então inexistente de negociação com o chefe do executivo estadual. Na audiência — que também contou com a presença da secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça —, a delegação do sindicato apresentou a Couto as principais reivindicações dos profissionais da educação. Confira os pontos discutidos e as respostas do governador:

– Sobre o cumprimento da recomposição salarial (perdas salariais de 2017 a 2021, que seriam pagas em três parcelas, totalizando 26%, em acordo aprovado na ALERJ em 2022): o governador sinalizou positivamente para a quitação das duas parcelas que ainda não foram pagas, sendo que 50% seriam pagos agora, no meio do ano, e o restante no segundo semestre. Ele disse que seu governo está organizando recursos, incluindo a receita dos royalties do petróleo – nesse ponto, destacou que aguarda o julgamento sobre a redistribuição desses royalties em curso no Supremo Tribunal Federal (STF). A direção do Sepe também reivindicou, além do pagamento da recomposição, o pagamento da perda inflacionária a partir de 2022. Foi informado a Couto que, para os profissionais da educação recuperarem o poder de compra de 2014, seria necessário um reajuste de 56,74%;

– Pagamento do Piso Nacional do Magistério na carreira, a partir do nível inicial: o governador se comprometeu, assim que sair o resultado do julgamento em curso no STF sobre o piso, previsto para ser retomado no dia 15 de maio, a solicitar um estudo de impacto à Secretaria de Planejamento, visando sua implementação. A direção do Sepe apresentou dados que indicam que o Rio de Janeiro possui o pior salário do país. Foi entregue ao governador a cartilha recente da Campanha Salarial produzida pelo sindicato, com informações e tabelas salariais – clique aqui para ler a cartilha;

– Nenhum profissional da educação com vencimento-base abaixo do mínimo: destacamos ao governador que apenas a recomposição não seria suficiente para resolver a situação dos profissionais da educação que atualmente ganham abaixo do salário mínimo. Couto solicitou que o Sepe enviasse todos os estudos feitos a respeito e que, em seguida, fará reunião com a Secretaria de Planejamento. Destacou que aguarda o julgamento sobre a redistribuição dos royalties do petróleo para poder avançar nesses pontos da pauta econômica;

– Animação Cultural e ex-FAEP: a comissão do Sepe informou sobre a grave situação desses servidores e, após o debate sobre a pauta econômica, o governador se comprometeu a voltar a se reunir após o dia 15/05 para responder às demandas apresentadas;

Foi firmado o acordo de que uma nova audiência irá acontecer antes do dia 27/05, data da próxima assembleia convocada pelo Sepe, para que toda a pauta econômica seja novamente discutida, além de outras pautas importantes.

A delegação do Sepe foi formada pelas coordenadoras gerais Helenita Beserra, Rosilene Almeida da Silva e Rosimar Silveira (Rose), e pelas diretoras Odisseia Carvalho e Doroteia Frota.

ASSEMBLEIA DA EDUCAÇÃO ESTADUAL DECIDE CONTINUAR A MOBILIZAÇÃO

Os professores e professoras da estadual de Educação do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas nesta terça feira, dia 5 de maio. Pela manhã, foi realizada uma assembleia geral, no auditório do Clube de Engenharia (Centro), tendo sido aprovada a continuidade da mobilização.

Após a assembleia, a categoria realizou um ato público, na porta do Tribunal de Justiça RJ.

Veja o calendário de lutas deliberado:

27/05: Nova paralisação de 24 horas, com assembleia, às 10h, em local a confirmar e ato no Palácio Guanabara, a partir de 14h.

26/05: Conselho Deliberativo da rede estadual no formato online, às 19h.

6 de maio de 2026

STF pautou para o dia 15/5 retomada do julgamento do Piso Nacional nos Planos de Carreira dos profissionais de educação


Retomada do julgamento virtual do Tema 1218 está na pauta do site do STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para o dia 15 de maio o reinício do julgamento pelo plenário virtual do Tema 1218 (sobre a incidência do piso nacional do magistério nos planos de carreira dos profissionais de educação).  

O sindicato lembra que este julgamento foi iniciado no dia 12 de dezembro passado e, após o voto do relator, ministro Cristiano Zanin, foi suspenso no dia 16 de dezembro por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Pelo regimento do STF, o ministro que pede vista tem prazo de até 90 dias para liberar o processo, prazo este que se esgota no dia 7 de maio.

Histórico do julgamento:

O recurso extraordinário (RE) nº 1326541, que deu origem ao Tema 1218, é oriundo de uma ação no Estado de São Paulo, e ganhou repercussão geral, ou seja, terá validade para todo o país.

O Sepe defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz: “O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

Lembramos também, que foi em razão deste processo no STF que ocorreu a suspensão da decisão do TJ/RJ de 2022, que deu ganho de causa na Ação Civil Pública do Sepe em 1ª e 2ª instâncias, determinando o cumprimento do piso para toda a categoria, com retroatividade ao ano de 2015. O Piso resulta de lei vigente há 17 anos, Lei nº 11.738/08 e foi considerado constitucional pelo STF na ADI 4167 há mais de 10 anos. Mas o governo do estado o descumpre desde 2015.

Segue o resumo do Tema 1218:

“Adoção do piso nacional estipulado pela Lei federal 11.738/2008 como base para o vencimento inicial da carreira do magistério da Educação básica estadual, com reflexos nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada. Descrição: Recurso extraordinário em que se discute, à luz dos artigos 2º, 18, 37, X e XIII, e 169, § 1º, I e II, da Constituição Federal, a constitucionalidade da decisão judicial que concedeu a equiparação do salário-base do professor da educação básica do Estado de São Paulo ao piso nacional da categoria, estabelecido pela Lei 11.738/2008, com incidência escalonada nas diversas faixas, níveis e classes”.

Categoria pode enviar mensagens para os ministros do STF

Como o julgamento será virtual, portanto, sem a divulgação na TV Justiça, uma forma de a categoria tentar sensibilizar os ministros em seus votos seria enviando mensagens para os emails dos Gabinetes, explicando a importância que a votação tem para a categoria da rede estadual de educação, que recebe um dos piores salários em nível nacional, já que o governo não cumpre o piso. A seguir, publicamos um texto modelo que o(a) professor(a) poderá usar, como referência, em sua mensagem aos ministros – atenção, usamos, como exemplo, a situação da rede estadual do Rio de Janeiro. Mas o texto modelo pode ser usado, citando outras redes municipais:

 

MODELO DO TEXTO:

Vossa Excelência, Senhor Ministro ____________,

“No contexto do julgamento do Tema 1218, que ocorrerá no Plenário Virtual a partir do dia 15 de maio, venho respeitosamente manifestar a extrema relevância desta decisão para o magistério brasileiro — em especial para nós, profissionais da rede estadual do Rio de Janeiro, submetidos a um dos piores salários do país devido ao reiterado descumprimento do piso nacional previsto na Lei 11.738/2008. Considerando que o piso foi reconhecido como constitucional por este próprio Supremo Tribunal Federal e deveria servir como vencimento inicial das carreiras, conforme determina o §1º do art. 2º da referida lei, solicito a Vossa Excelência atenção especial aos impactos sociais, profissionais e pedagógicos envolvidos.

Assim, rogo que o voto de Vossa Excelência reconheça a necessidade de que o piso nacional do magistério seja efetivamente observado como referência mínima nos planos de carreira, com os devidos reflexos nas faixas, níveis e classes, assegurando dignidade, valorização e respeito à legislação vigente. Tal decisão representará justiça para milhares de educadores que há anos lutam para que a lei seja cumprida.

Endereços dos(as) ministros(as)

GABINETE MINISTRO EDSON FACHIN (presidente)

gabineteedsonfachin@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES

audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA

gabcarmen@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO DIAS TOFFOLI

gabmtoffoli@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO LUIZ FUX

gabineteluizfux@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

Email: gabmoraes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO NUNES MARQUES

gmnm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA

secretaria.gmalm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO CRISTIANO ZANIN

gabinete.mcz@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO FLÁVIO DINO

agenda.gmfd@stf.jus.br

Direção do Sepe está no TJ, em audiência com governador em exercício Ricardo Couto

 5 de maio de 2026

[ ATUALIZADO ÀS 18h42 ] O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, está em audiência com a coordenação-geral do Sepe. A reunião teve início por volta das 18h e também participa a secretária estadual de Educação, Luciana Calaça, que mais cedo reuniu-se com o governador.

Desde às 14h, profissionais da Educação estadual protestaram em frente ao Tribunal de Justiça, durante a paralisação de 24 horas nesta terça-feira, 05/5. O sindicato havia solicitado um encontro com Ricardo Couto para discutir a pauta de reivindicações da categoria e a assessoria dele entrou em contato com a direção no início da tarde, confirmando a audiência.

Em breve daremos mais informes sobre os resultados da reunião com o governador.

SAIBA MAIS

22 de abril de 2026

STF garante Piso Nacional do Magistério para professores temporários


Em julgamento na tarde do dia 16 de abril, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu por unanimidade o direito das professoras e professores contratados temporariamente pelas redes de ensino do país ao piso salarial profissional nacional da categoria, que, neste ano de 2026, é de R$ 5.130,63.

O processo em julgamento foi o Tema 1308, com repercussão geral, oriundo de recurso manejado pelo Estado de Pernambuco (ARE nº 1487739).

A CNTE esteve ao lado da CUT, SINTEPE-PE, SINPROESEMMA-MA, CONATRAM e CONFETAM neste julgamento como amicus curiae, que foi marcado pela perplexidade dos ministros do STF quanto ao descaso na contratação de professores nas redes públicas do Brasil. O relator, ministro Alexandre de Moraes, expôs os dados do Censo Escolar 2025 que mostram quase 50% de contratos temporários na educação básica, verdadeira burla, segundo o ministro, ao dispositivo da Constituição que permite a contratação temporária em casos de necessidades excepcionais.
Leia nota pública da CNTE sobre o assunto pelo link abaixo:

https://cnte.org.br/noticias/stf-garante-piso-do-magisterio-a-professores-temporarios-bd2a

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DIA 05/05/2026

 


Convocação para Assembleia Geral - SEPE Núcleo Itaboraí

O SEPE Núcleo Itaboraí convoca os servidores públicos municipais da Educação para a Assembleia Geral, que incluirá uma paralisação reivindicatória de 24 horas. O evento acontecerá no dia 05 de maio de 2026, uma terça-feira, a partir das 9h, no Rotary Clube de Itaboraí, localizado na Rua Desembargador Ferreira Pinto, 226, Centro de Itaboraí.

A pauta da assembleia abordará os seguintes pontos:

*   Data-base 2026;

*   Recomposição salarial;

*   Pagamento do Piso Nacional do Magistério;

*   PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração);

*   Estrutura das escolas ( climatização, obras e falta de mobiliário);

* Assédio Moral;

*   Gestão democrática;

*   Implementação da Lei nº 15.326/2026.


A participação de todos é fundamental para debatermos as ações do sindicato neste período.


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RELATORIA DA ASSEMBLEIA DA REDE PUBLICA MUNICIPAL DE ITABORAÍ

 


Ata da Assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí

No dia 14 de abril de 2026, realizou-se, no Rotary Clube de Itaboraí, a assembleia da Rede Pública Municipal. O encontro iniciou às 9h30, com a presença dos seguintes diretores: Cristine Matos, Julio César, José Leão, Maurício Lapa, Paulo Alex e Ronaldo Borba. Por motivo de saúde, Lourdes Monteiro não pôde comparecer.

Durante a assembleia, foram prestados esclarecimentos sobre o período da data-base, conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Itaboraí (Lei n° 1392, de 03 de julho de 1996), que estabelece o primeiro de maio como início da Data-Base para os servidores públicos municipais. Esclarecimentos adicionais foram feitos sobre o estágio probatório e a garantia de participação em paralisação reivindicatória, sem prejuízo à avaliação do estágio.

Os diretores do sindicato que fazem parte do conselho do CASC FUNDEB explicaram o crescimento nos últimos anos e o não pagamento do Piso Nacional do Magistério, conforme a Lei n° 11.738/2008. Os servidores públicos municipais relataram casos de assédio moral na rede e discutiram as ações a serem tomadas.

A assembleia abordou os seguintes tópicos:

*  Informes gerais;

*  Avaliações sobre a data-base 2026, recomposição salarial, Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), estrutura das unidades, gestão democrática e sábado letivo;

*  Implementação da Lei n° 15.326/2026, que concede direitos às agentes educativas de creche equiparados aos professores da Educação Infantil;

*  Assédio moral nas unidades escolares.

7 de abril de 2026

Profissionais de educação da rede estadual vão parar por 24h nesta quinta, dia 9 de abril

 

Nesta quinta-feira, dia 9 de abril, os profissionais de educação da rede estadual vão paralisar as atividades por 24 horas, em luta por recomposição salarial e implementação do Piso Nacional do Magistério e do piso dos funcionários, entre outras.

A assembleia da rede estadual do dia 09/04 será no Clube de Engenharia – Edifício Edison Passos, Avenida Rio Branco, nº 124 (Centro do Rio de Janeiro), às 10h. Logo após a assembleia geral, os profissionais estaduais farão um ato de protesto em frente à ALERJ – nesse mesmo dia 9 de abril, a rede municipal vai paralisar também, com assembleia às 14h, na Cinelândia. Leia mais sobre a rede municipal.

Segundo o Sepe-DIEESE, para que os salários dos profissionais das escolas estaduais, em 1º de fevereiro de 2026, retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de julho de 2014, o reajuste necessário sobre os salários de janeiro de 2026 seria de 55,96% pelo INPC-IBGE e de 56,74%, de acordo com o IPCA-IBGE.

A categoria reivindica o cumprimento do acordo de recomposição feito com a Alerj ainda no final de 2021 — 26,5% como reposição das perdas de 2017 a 2021, divididas em três parcelas. A primeira parcela, de 13,5%, foi paga em janeiro de 2022, e as duas restantes, que deveriam ter sido pagas em fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024, até hoje não foram pagas.

Os servidores também reivindicam um reajuste para cobrir os três anos de congelamento salarial (o último reajuste foi concedido em 2023, de 5,35%) e a implementação do Piso Nacional.

É a segunda paralisação da rede este ano – a rede já havia paralisado no dia 18/03

31 de março de 2026

Ata da Assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí

 



Aos vinte dias do mês de março de 2026, foi realizada a assembleia da Rede Pública Municipal de Itaboraí, no formato remoto (aplicativo Zoom), a partir das 19h30, com a participação dos seguintes diretores: Cristine Matos, Lourdes Monteiro, Julio César, José Leão, Paulo Alex e Ronaldo Borba.


A dinâmica da assembleia foi estabelecida com informes, avaliações e propostas. A pauta da assembleia incluiu: data-base 2026, recomposição salarial, PCCR, estrutura das unidades, gestão democrática e sábado letivo, implementação da Lei n° 15.326/2026.

A direção do sindicato participou de uma audiência no MPRJ para atualizar os últimos dados sobre a climatização das unidades escolares da rede pública municipal e da rede pública estadual em Itaboraí. O coordenador geral, Julio César, informou que o sindicato enviou um ofício solicitando informações sobre a implementação da Lei nº 15.326/2026, que contempla os Agentes Educativos de Creche e garante o pagamento do Piso Nacional do Magistério, além de outros benefícios na carreira do magistério. A Lei nº 15.326, sancionada em 6 de janeiro de 2026, é um marco histórico para a educação brasileira, com a finalidade de reconhecer e integrar formalmente os professores da educação infantil como profissionais do magistério público.

O diretor Ronaldo Borba discorreu sobre a atuação no CACS FUNDEB e sobre o relatório produzido pelo TCE acerca da situação do município de Itaboraí, diante da dificuldade de análise e aprovação das contas.

Propostas Aprovadas:

1. Greve de 24h no dia 14 de abril de 2026, com assembleia a partir das 9h e ato.

2. Acompanhamento dos conselhos escolares das unidades da rede pública municipal de Itaboraí.

3. Confecção de cartas aos responsáveis da rede pública municipal de Itaboraí.

4. Aprovação de ações sobre sábado letivo, com confecção de material para distribuição aos servidores públicos municipais da Educação e ação judicial, pois o calendário letivo não está sendo discutido com a categoria como em anos anteriores.

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11 de março de 2026

2º ministro do TSE vota pela cassação de Cláudio Castro, mas Nunes Marques pede vista

 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou nesta terça-feira (10) o julgamento do processo que pode cassar o mandato do governador Cláudio Castro (PL) por abuso de poder político e econômico durante a campanha de 2022.

Hoje, o ministro do TSE Antônio Carlos Ferreira votou pela condenação de Castro, defendendo a cassação de seu mandato e sua inelegibilidade, acompanhando o voto anterior da relatora do caso, a ministra Maria Isabel Gallotti. Com isso, o placar está em 2 a 0 pela cassação e inelegibilidade do governador.

Em seguida, o ministro Nunes Marques, do STF e indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu vista. Com isso, o julgamento foi suspenso e deve ser retomado apenas no dia 24 de março, segundo a Presidência do tribunal, exercida pela ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia.

Ferreira também votou pela cassação e inelegibilidade do ex-vice-governador Thiago Pampolha (MDB), do deputado estadual Rodrigo Bacellar e de Gabriel Lopes, ex-coordenador da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), instituição envolvida na denúncia.

Pela ordem de votação, os próximos a votar seriam Floriano Azevedo; Estela Aranha; Nunes Marques, André Mendonça e Cármen Lúcia.

Para formar maioria a favor da cassação, é preciso que pelo menos dois dos cinco votos que ainda estão em jogo sejam pela condenação de Castro e Bacellar. O TSE é formado por sete ministros titulares. Como Nunes Marques “antecipou” o pedido de vista, o julgamento será retomado com o voto dele, mexendo na ordem de votação.

ENTENDA O PROCESSO

Antes de deixar o tribunal, em novembro de 2025, a ministra Isabel Gallotti, relatora do caso, votou para cassar o mandato e tornar Castro inelegível. Após o voto de Gallotti, o ministro Antonio Carlos Ferreira pediu vista e suspendeu o julgamento por 60 dias.

A ação chegou ao TSE por meio de um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que absolveu Castro e aliados.

A acusação aponta irregularidades na contratação de mais de 27,6 mil funcionários temporários na UERJ e na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), que teriam atuado como “cabos eleitorais” em prol da chapa e de aliados, segundo a denúncia.

Castro está sendo um desastre para o estado do Rio, e agora, no final de sua gestão – depois de quebrar as finanças do governo e o Rioprevidência, se envolver no escândalo do Banco Master e manter um arrocho salarial de três anos contra os servidores –, ele quer sair do cargo em abril para se candidatar ao Senado. Por isso, é importante que o julgamento ocorra de modo célere.

A educação estadual está em campanha salarial, junto aos demais servidores, reivindicando a recomposição das perdas salariais e a implementação do Piso do Magistério e do piso dos funcionários. A categoria vai paralisar por 24 horas no dia 18/03 para participar do ato com caminhada até o Palácio Guanabara – concentração no Largo do Machado, às 10h.

Decisões da Justiça no começo de março favorecem a Educação

 No início de março, os profissionais de educação conquistaram duas importantes vitórias junto ao Poder Judiciário, segundo informações constantes em um boletim eletrônico da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE). Em especial, a que fala sobre a questão do recreio e do tempo extraclasse, tomada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ). 

A primeira delas é a consolidação no Superior tribunal de Justiça (STJ) de que os períodos de recreio e de intervalo entre as aulas (hora-aula) integram a jornada de interação com os estudantes, mesmo fora de sala de aula, e não podem ser computados para fins de hora-atividade.

A Lei do Piso Nacional (11.7387/2008), que dispõe sobre o piso do magistério, estabeleceu um mínimo de 1/3 da jornada para planejamento, correção de provas e trabalhos etc. Este entendimento foi reiterado numa recente decisão referente ao mandado de segurança 71.515, do Estado do Paraná, oriundo da 1ª Turma do STJ. E mesmo não tendo aplicação automática em todo o país ajuda a pavimentar o entendimento no Tribunal sobre a questão.

Embora caiba recurso do governo do Paraná, o voto do relator tende a se confirmar, pois segue a direção da decisão da Segunda Turma. O Departamento Jurídico do Sepe já está estudando esta decisão para ver uma forma de garantir o cumprimento da Lei para os profissionais das redes públicas do Rio de Janeiro.

A outra decisão importante para a Educação foi tomada pelo ministro Alexandre de Morais, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a conversão da Escola Estadual 14 de Fevereiro, de Pontes de Lacerda (MT) em mais uma unidade cívico- militar.

Trata-se da primeira decisão do STF que veta a implantação deste tipo de escola no país.

Com CNTE

Educação vai parar 24h no dia 18/03 com o conjunto do funcionalismo público do estado

 Servidores estaduais do Rio de Janeiro estão unidos contra o calote do governador Cláudio Castro! No dia 18 de março (quarta-feira), foi convocada uma paralisação geral de todo o funcionalismo público do estado em defesa da recomposição salarial, com ato no Palácio Guanabara – concentração no Largo do Machado, às 10h, e saída em passeata prevista para às 11h.

O Sepe convoca a educação estadual a paralisar por 24 horas no dia 18/03 e participar do ato no Palácio.

Todos nós, servidores da ativa e aposentados, devemos contribuir para garantir uma grande participação no ato público.

Castro afirmou, dia 05/03, que não concederá reposição para os servidores, que estão há três anos sem qualquer reajuste. Com isso, ele se recusa a pagar as parcelas restantes da recomposição das perdas salariais de 2017 a 2021, em lei acordada e aprovada na ALERJ e da qual foi paga somente a primeira parcela (13,05%, de um total de 26%) – acordo este feito com o próprio governador.

Cláudio Castro mente ao alegar limitações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para não conceder o reajuste. Isso porque o estado tem uma margem orçamentária no orçamento com pessoal de cerca de R$ 4 bilhões disponíveis no orçamento de 2026 para a concessão da recomposição dos salários. O custo da recomposição de 13,05% que deixou de ser paga seria de menos de R$ 3 bilhões – sobraria dinheiro até para a concessão de reajuste das perdas de 2025.

Não podemos esquecer que o governador aplicou mais de 1 bilhão do Rioprevidência no banco Master, liquidado no final do ano passado pelo Banco Central por irregularidades nas aplicações, colocando em risco os salários dos aposentados e pensionistas e concedeu inúmeros incentivos fiscais aos amigos

Além disso, o governo do estado do Rio de Janeiro já violou o Regime de Recuperação Fiscal 47 vezes desde 2022, uma prova irrefutável de que, quando o governador quer, o estado tem dinheiro para gastar, mas não para fazer justiça com o funcionalismo.

Vamos fortalecer essa mobilização: compartilhe, convide e ajude a levar essa mensagem adiante! Quanto maior a participação, mais forte será a nossa voz.

Recomposição salarial já!

ASSEMBLEIA GERAL DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ITABORAÍ



Convocação para Assembleia Geral - SEPE Núcleo Itaboraí 


O SEPE Núcleo Itaboraí convoca os servidores públicos municipais da Educação para participar da Assembleia Geral, que ocorrerá no dia 20 de março de 2025 (sexta-feira), a partir das 19:30h, em formato remoto pelo aplicativo Zoom.

A pauta incluirá: Data-base 2026, recomposição salarial, PCCR, estrutura das unidades, gestão democrática, sábado letivo. 

É fundamental a participação de todos, pois iremos debater sobre as ações do sindicato nesse período.

Compartilhem, curtam e comentem nossas publicações nas redes sociais.


O SEPE SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ! 


#sepeitaboraí  

#pisonacionaldomagisterio  

#reajustejá  

#CampanhaSalarial2026

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#anoletivo2026

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#lutasindical  

#recursosdofundeb  

#valorizaçãodofuncionalismopúblico  

#pagueopisodelaroli

Jurídico do sindicato responde à dúvidas sobre direito à solicitação da incorporação do RET

 9 de março de 2026

O Departamento Jurídico (DJ) do Sepe RJ apresenta novos esclarecimentos a respeito de dúvidas surgidas durante o atendimento do plantão direcionado ao atendimento dos casos de profissionais da rede estadual referente à solicitação de incorporação da Gratificação do Regime Especial de Trabalho (RET).


1 – Por que só quem se aposentou nos últimos 5 anos pode entrar com essa ação?

Resposta do DJ do Sepe:

Porque, para períodos mais antigos, a lei diz que não é possível cobrar do governo valores que já passaram de 5 anos. Isso quer dizer que, se a pessoa se aposentou há mais de 5 anos, não dá mais tempo de pedir essa mudança nos valores da aposentadoria, pois existe um prazo limite para fazer tal cobrança.


 2 – Se o servidor trabalhou no RET por menos de um ano, ele pode pedir para incluir esse valor na aposentadoria e receber valores atrasados?

Resposta do DJ do Sepe:

Pela Lei 1614/90, artigo 47, parágrafo 4º, só é possível incluir 20% da gratificação do RET para cada ano completo trabalhado nesse regime, até o máximo de 100%. Ou seja, se o servidor não completou pelo menos 1 ano de RET, ele não pode entrar com a ação para pedir esse direito.


 Veja informe publicado nas redes do Sepe no dia 27 de fevereiro de 2026  pelo link abaixo sobre o direito à incorporação do RET:


6 de março de 2026

Sepe repudia declaração do governador sobre não concessão de reajuste neste ano

 O Sepe RJ lamenta a afirmação do governador Cláudio Castro em evento realizado na Região dos Lagos ontem (5), quando afirmou que não haverá recomposição salarial aos servidores estaduais neste momento. Segundo Castro, a concessão do reajuste para servidores neste ano é uma medida inviável diante da situação fiscal do estado. Mais uma vez, o governador admite publicamente que o servidor estadual e a nossa valorização profissional nunca foram uma prioridade da sua gestão desastrosa.

A  declaração foi dada durante a inauguração de uma base do Segurança Presente, em Iguaba Grande, na Região dos Lagos, confirmando a necessidade de mobilização do conjunto do funcionalismo estadual para obrigar o governador a repor as perdas inflacionárias dos últimos anos (há três anos, os servidores não têm qualquer reajuste) e a pagar as parcelas restantes da recomposição das perdas de 2017 a 2021, aprovada ne Alerj no final de 2021 e da qual foi paga somente a primeira parcela (13,05% de um total de 26%).

O governador alega que a razão para o arrocho dos servidores são as dívidas e a crise do Tesouro do estado. Segundo Castro, o déficit estimado é de cerca de R$ 19 bilhões, sendo que R$ 14 bilhões seriam ligados à renegociação da dívida com a União.

Mas a verdade é que Cláudio Castro mente ao alegar limitações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para não conceder o reajuste. Segundo o deputado estadual Flávio Serafini (PSOL), o estado teria uma margem orçamentária no orçamento com pessoal de cerca de R$ 4 bilhões disponíveis neste ano de 2026 para a concessão da recomposição da inflação. O deputado afirma que o custo do calote da recomposição de 13,05% que deixou de ser paga nos anos de 2023 e 2024 em duas parcelas que restaram seria de menos de R$ 3 bilhões e que sobraria dinheiro até para a concessão de reajuste das perdas de 2025.

O deputado lembra que o estado do Rio de Janeiro já violou o Regime de Recuperação Fiscal 47 vezes desde 2022, uma prova irrefutável de que, quando o governador quer, o estado tem dinheiro para gastar, mas não para fazer justiça com o funcionalismo que, há anos, sofre com a falta de reajustes capazes de diminuir as perdas com a inflação.

O Sepe lembra, que na primeira audiência com a nova secretária de estado de Educação, Luciana Calaça, no dia 27 de fevereiro, apresentamos, entre outras questões,  as reivindicações da categoria sobre a pauta salarial e a secretária assumiu o compromisso de tentar agendar uma audiência com a Secretaria de Estado de Fazenda com o Sepe para discutir as perdas salariais e a questão do piso nacional do magistério.

Para o sindicato, a desculpa do governo do estado, que justifica a falta de recomposição salarial como uma questão de responsabilidade fiscal, não se sustenta. Haja vista as denúncias que marcaram a gestão de Cláudio Castro à frente do Palácio Guanabara sobre desvios de verbas e má gestão financeira na própria secretaria de Educação, com compras superfaturadas e sem licitação e utilização do Sistema Descentralizado de Pagamento para obras de fachada nas escolas estaduais ao custo de R$ 1 bilhão nos últimos dois anos. Lembramos também o escândalo envolvendo as aplicações do dinheiro do caixa do Rioprevidência para investimentos no liquidado Banco Master em foi utilizado quase R$ 1 bilhão para a compra de letras financeiras da instituição financeira investigada pelo Banco Central e pela Polícia Federal por irregularidades nas suas operações.  

Neste sábado, dia 7 de março, a rede estadual terá uma assembleia híbrida (parte presencial no auditório do Sinpro-RJ – Rua Pedro Lessa 35 – auditório Paulo Freire – 2º andar – Cinelândia), às 10h. Nesta primeira plenária do ano, iremos discutir a campanha salarial de 2026 e, também, esta negativa do governador de não conceder recomposição ou reajuste salarial. Participe e ajude na mobilização da categoria para obrigar Cláudio Castro a fazer justiça, pagando o restante da recomposição, dando reajuste e regularizando a situação do piso do magistério com a utilização do nosso plano de carreira.

Para os profissionais que irão participar online, deve ser utilizado o link abaixo:

http://redeestadual.seperj.info/

UERJ publicou edital para seleção de candidatos a curso de aperfeiçoamento

 A UERJ publicou edital para seleção de candidatos ao curso de aperfeiçoamento “Fundamentos da Educação: Currículo e Didática”, com carga horária de 180 horas e oferta na modalidade on-line.

O curso é promovido pelo Instituto Multidisciplinar de Formação Humana com Tecnologias (IFHT), por meio do Programa de Desenvolvimento e Educação – Theotônio dos Santos.
As inscrições estarão abertas de 6 a 21 de março, com taxa de R$ 49, e o início das aulas está previsto para 9 de abril.
Ao todo, são oferecidas 55 vagas destinadas a profissionais da educação com curso superior completo, distribuídas entre docentes da rede estadual do Rio de Janeiro, outras redes públicas, rede privada, público uruguaio e servidores da UERJ. Parte das vagas é reservada para ações afirmativas, incluindo candidatos negros e indígenas, pessoas em situação de hipossuficiência econômica e pessoas com deficiência. A seleção será realizada por análise de títulos e experiência profissional, com pontuação máxima de 100 pontos.

Sepe se solidariza com a greve da rede estadual de Minas Gerais

 5 de março de 2026

O Sepe se solidariza com os profissionais da rede estadual de ensino de Minas Gerais, que entraram em greve ontem (4). A deflagração do movimento é fruto da mobilização da categoria, diante da negligência do governador Romeu Zema (NOVO) em relação às reivindicações da educação pública, tais como melhores condições de trabalho e valorização profissional.

Os profissionais das escolas estaduais mineiras reivindicam o cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional para todos os trabalhadores da educação e o reajuste salarial para assegurar a reposição das perdas inflacionárias acumuladas, que já chegam a 41,83%, correspondentes às perdas de 2019 a 2025. No tocante às condições de trabalho, os profissionais em greve reivindicam infraestrutura adequada nas escolas e garantia de materiais pedagógicos para garantir uma educação pública de qualidade.

Veja pelo PDF abaixo a nota pública da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) de apoio à greve da rede estadual de Minas Gerais, divulgada pela entidade no dia 04 de março: